Pastoralism in the development of mountain territories in Portugal: a multidimensional analysis of challenges and opportunities

Authors

  • Rui Assis Pinto ForestWISE
  • Marina Castro Professora Auxiliar na Escola Superior Agrária de Bragança/Instituto Politécnico de Bragança/CIMO-Centro de Investigação de Montanha
  • Filipa Torres-Manso Professora Auxiliar na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro/CIFAP-Departamento de Ciências Florestais e Arquitetura Paisagista/CETRAD-Centro de Estudos Transdisciplinares de Desenvolvimento
  • Manuel Rainha Gestor de Recursos Florestais/SONAE ARAUCO

DOI:

https://doi.org/10.59072/rper.vi63.79

Keywords:

pastoralism, mountain, opportunities, challenges, valorization

Abstract

The sustainability of extensive pastoralism, particularly in mountainous areas, is threatened by its devaluation and the sharp decline in shepherds and livestock. The abandonment of this activity contributes to the devitalisation of the local socio-economic environment, loss of biodiversity in agri-forestry areas and an increased risk of large-scale fires. The aim of this study was to carry out a diagnosis of extensive pastoralism in six mountain territories in Portugal, identifying constraints and potential valorisation strategies, making use of participatory methodologies. The results point to the need to develop policies and strategies aimed at a greater appreciation and social recognition of shepherds and breeders and an increase in the profitability of pastoralism, namely through payment for ecosystem services and management of fuel biomass.

References

Azevedo, J. C.; Cadavez, V.; Arrobas, M. e Pires, J. M. (2016), “Sustentabilidade da Montanha Portuguesa. Realidade e Desafios”, Edição Instituto Politécnico de Bragança, ISBN 978-972-745220-0.

Bento-Gonçalves, A. (2021), “Os incêndios florestais em Portugal”, Edição Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Canals, R. (2019), “Landscape in motion: revisiting the role of key disturbances in the preservation of mountain ecosystems”, Cuadernos de Investigación Geográfica, 45(2), pp. 515-531, https://doi.org/10.18172/cig.3634.

Carey, M. A. & Asbury, J. E. (2016), “What is a focus group?” In Focus Group Research (2nd Edition), Routledge.

Davies, J.; Herrera, P.; Ruiz-Mirazo, J.; Mohamed-Katerere, J.; Hannam, I. e Nuesiri, E. (2016), “Melhorar a governança das terras pastoris”, Implementação das Diretrizes Voluntárias sobre a Governança Responsável da Posse da Terra, das Pescas e das Florestas no Contexto da segurança Alimentar Nacional, Guias Técnicos sobre Governança da Posse da Terra, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Roma.

Dias, J. (1965), “Aspetos da vida pastoril em Portugal”, Revista Etnografia, Museu de Etnografia e História, Volume IV, Tomo 2, pp. 333-387.

Fuhlendorf, S.D., Engle, D.M., Kerby J. e Hamilton, R. (2009), “Pyric herbivory: rewilding landscapes through the recoupling of fire and grazing”, Conserv Biol 23(3), pp. 588-598. doi: 10.1111/j.1523-1739.2008.01139.

INE (2020). Estatísticas Agrícolas. Instituto Nacional de Estatística, Lisboa. Disponível em < https://www.ine.pt>

Instituto da Conservação da Natureza (2015), “6º Inventário Florestal Nacional 2015”, Relatório Final.

Manzano, P. (2015), “Pastoralist ownership of rural transformation: the adequate path to change”. Development (Rome) 58, pp. 326-332, https:// doi.org/10.1057/s-11301-016-0012-6.

Marta-Costa, A. A.; Pinto, R.; Torres-Manso, F.; Tibério, L.; Carneiro, I.; Fernandes, P. e Botelho, H. (2013), “Participação Pública e Gestão Florestal na Serra de Montemuro: Entre a perceção e a realidade”, Edições do Norte, ISBN: 978-972-8546-43-4, Pp. 166.

McGahey, D., Davies, J., Hagelberg, N. & Ouedraogo, R. (2014), “Pastoralism and the green economy: a natural nexus?” Nairobi, UICN e PNUMA (disponível em http://cms- data.iucn.org/downloads/wisp_green_economy_book.pdf).

Moreira, M. B. (2008), “A silvopastorícia na prevenção dos incêndios rurais”, in https://www.re- searchgate.net/publication/277230701_A_silvopastoricia_na_prevencao_dos_fogos_rurais.

Moreira, M. B. e Coelho, I. S. (2008), “A silvopastorícia na prevenção dos fogos rurais” (Introdução), in Moreira, M. B. e Coelho, I. S. (coord.) A silvopastorícia na prevenção dos fogos rurais, ISAPress, Lisboa, ISBN: 9789728669324.

Patton, M. O. (1980), “Qualitative evaluation methods”, Beverly Hills CA: Fage.

Pinho, J. (2018), “Evolução histórica dos organismos no âmbito da administração pública florestal (1824-2012)”, in CULTIVAR-Cadernos de Análise e Prospetiva Nº 11, pp. 81-94.

Pyne, S. J. (1997), “Vestal Fire: an Environmental History, Told Through Fire, of Europe and Europe's Encounter with the World”, Seattle: University of Washington Press.

Pyne, S. J. (2006), “Fogo no jardim: Compreensão do Contexto dos Incêndios em Portugal”, in João Santos Pereira, José M. Cardoso Pereira, Francisco Castro Rego, João M. Neves Silva e Tiago Pereira da Silva (coord.), Incêndios Florestais em Portugal. Caraterização, Impactes e Prevenção, ISAPress, Lisboa, pp. 115-131.

Reid, R.S.; Galvin, K.A. and Kruska, R.S. (2008), “Global significance of extensive grazing lands and pastoral societies: an introduction”, in K.A. Galvin, R.S. Reid, R.H. Behnke, and N.T. Hobbs (eds.), Fragmentation of Semi-arid and Arid Landscapes, Consequences for Human and Natural Systems (Springer), pp. 1-24.

Ribeiro, O. (1945), “Portugal: o Mediterrâneo e o Atlântico”, Coleção «Nova Universidade», 13, Livraria Sá da Costa.

Ribeiro, Orlando (1940-1941), “Contribuição para o estudo do pastoreio na Serra da Estrela”, Revista da Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, vol. VII, Lisboa, pp. 213-303.

Sil, Â., Fernandes; P.M, Rodrigues; A. P, Alonso; J.M, Honrado; J.P., Perera; A. e Azevedo, J.C. (2019), “Farmland abandonment decreases the fire regulation capacity and the fire protection ecosystem service in mountain landscapes”, Ecosystem Services, Volume 36, ISSN 2212-0416, https://doi.org/10.1016/j.ecoser.2019.100908.

Silva, I. S., Veloso, A. L e Keating, J. B. (2014), “Focus group: Considerações teóricas e metodológicas”, Revista Lusófona de Educação, 26, pp. 175-190.

Tessema, W.K., Ingenbleek, P.T.M. & van Trijp, H.C.M. (2014), “Pastoralism, sustainability, and marketing. A review”, Agron. Sustain. Dev. 34, pp. 75–92.

Torres-Manso, F. (2015), “Pastoreio em territórios de montanha”, Newsletter da Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens nº 6, maio de 2015, disponível em http://sppf.pt/images/trifo- lia/TRIFOLIA_6_2015.pdf .

Torres-Manso, F., Fernandes, P., Pinto, R., Botelho, H. and Monzon, A. (2014), “Regional livestock grazing, human demography and fire incidence in the Portuguese landscape”, Forest Systems, [S.l.], v. 23, n. 1, ISSN 2171-9845, pp. 15-21, http://dx.doi.org/10.5424/fs/2014231-02758.

Vélez, R. (1982), “Forest fires in the Mediterranean Region. In Forest Fire Prevention and Control”, in U.N.E.C. for Europe (Ed.), pp. 37-51.

Vélez, R. (2006), “A defesa contra incêndios florestais: estratégias, recursos, organização”, in João Santos Pereira, José M. Cardoso Pereira, Francisco Castro Rego, João M. Neves Silva e Tiago Pereira da Silva (coord.), Incêndios Florestais em Portugal. Caraterização, Impactes e Prevenção, Lisboa, ISAPress, pp. 355-368.

Vicente, M. G. (2014), “Transumância na Beira Interior em tempos medievos”, UBIMuseumRevista Online do Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior, pp. 103-114, disponível em http://www.ubimuseum.ubi.pt/n03/artigos.html.

Wilkinson, S. (1998), “Focus group methodology: a review”, International Journal of Social Research Methodology, ISSN: 1364-5579 (Print) 1464-5300 (Online), pp. 181-203, disponível em https://www.tandfonline.com/loi/tsrm20.

Published

13-01-2023

How to Cite

Assis Pinto, R., Castro, M., Torres-Manso, F., & Rainha, M. (2023). Pastoralism in the development of mountain territories in Portugal: a multidimensional analysis of challenges and opportunities. RPER, (63), 65–74. https://doi.org/10.59072/rper.vi63.79